Pubblicato in: Brasile

Brasile. Jair Bolsonaro. Datafolha. Popolarità mai così alta al 37%, Consenso 47%.

Giuseppe Sandro Mela.

2020-08-17.

Bolsonaro 010

I consensi verso l’operato del presidente Bolsonaro stanno crescendo in modo significativo.

Nearly half of Brazilians say Bolsonaro not to blame for coronavirus death toll, poll says

«Almost half of Brazilians think President Jair Bolsonaro bears “no responsibility at all” for the country’s more than 100,000 dead from the coronavirus pandemic, the world’s second highest death toll, according to a new Datafolha poll.

The poll was published on Saturday in Brazil’s Folha de Sao Paulo newspaper and says 47% of Brazilians do not assign him any blame for the body count, whereas 11% do.

Still, Bolsonaro is currently enjoying the highest popularity rating of his administration, according to the same Datafolha poll. Thirty-seven percent of Brazilians rated his term as great or good, compared with 32% in June»

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I media occidentali etichettano il presidente Bolsonaro “di estrema destra” per il semplice motivo che non condivide l’ideologia liberal socialista. Per questo ne dicono ogni sorta di nequizie, quasi non fosse stato eletto ma fosse un usurpatore.

In questo caso, di fronte ad un consenso del 47%, i media ne forniscono una spiegazione molto semplicistica.

«Nonostante la crisi del coronavirus che ha travolto il Brasile la popolarità del presidente di estrema destra Jair Bolsonaro è al 37%, il massimo da quanto è arrivato al potere a gennaio 2019»

«Il tasso di approvazione per Bolsonaro è aumentato di cinque punti percentuali rispetto a un analogo sondaggio di giugno, mentre il tasso di disapprovazione è sceso di dieci punti al 34%.»

«Il balzo del gradimento per Bolsonaro arriva mentre il governo eroga un sussidio di emergenza di 600 reais al mese ai lavoratori peggio pagati e in nero, per una spesa di oltre 250 miliardi di reais, come misura di sostegno contro la pandemia»

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In ogni caso, i risultati di questi sondaggi restano, e sono il giudizio popolare su di un anno di  presidenza.

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Veja quem puxa crescimento da aprovação a Bolsonaro, segundo pesquisa Datafolha.

Rejeição de presidente cai dez pontos desde junho; aprovação é a melhor desde o início do mandato, revela novo levantamento.

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Onde cresceu a aprovação a Jair Bolsonaro

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Mai così alta la popolarità del presidente brasiliano Bolsonaro.

Tutto merito di sussidio mensile per coronavirus ai più poveri.

Nonostante la crisi del coronavirus che ha travolto il Brasile la popolarità del presidente di estrema destra Jair Bolsonaro è al 37%, il massimo da quanto è arrivato al potere a gennaio 2019, secondo un sondaggio Datafolha pubblicato oggi. Il tasso di approvazione per Bolsonaro è aumentato di cinque punti percentuali rispetto a un analogo sondaggio di giugno, mentre il tasso di disapprovazione è sceso di dieci punti al 34%.

Il balzo del gradimento per Bolsonaro arriva mentre il governo eroga un sussidio di emergenza di 600 reais al mese ai lavoratori peggio pagati e in nero, per una spesa di oltre 250 miliardi di reais, come misura di sostegno contro la pandemia. L’esecutivo sta pensando di prolungare il sussidio, che scade a settembre. Il Brasile è il secondo Paese più colpito dal coronavirus al mondo dopo gli Usa, con 3,2 milioni di casi e 105.463 morti.

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Brazil’s Bolsonaro gains more popular approval, says Datafolha poll.

The approval rating of Brazil’s far-right president, Jair Bolsonaro, has risen to 37%, the highest level since he arrived in power in January 2019, a poll by Datafolha showed on Friday.

Datafolha said his approval went up five percentage points from a previous survey in June, while disapproval ratings dropped 10 percentage points, to 34%.

Bolsonaro’s spike in popularity comes as the government has been making emergency 600 reais monthly payments to low-paid and informal workers, totaling more than 250 billion reais ($47 billion). The government is considering extending them for more months, as they expire in September.

Brazil is suffering the world’s worst coronavirus outbreak after the United States, with 3.2 million cases and 105,463 deaths.

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